Follow by Email

Mensagens populares

Número total de visualizações de página

sábado, 12 de maio de 2012

GAUTAMA SIDDHÂRTA (O Buda histórico)

 

Gautama Siddhârta nasceu, segundo a tradição Theravâda, no ano de 624 a.C., no mês de Vesâkha, e morreu no ano de 543, com a idade de 80 anos. Outras fontes situam a sua vida nos séculos VI – V a.C. Para os budistas esta divergência de datas tem pouca importância e faz pouco sentido discuti-la exaustivamente.
A existência terrestre de Siddhârta foi, na verdade, a última etapa de uma série de sucessivos renascimentos, isto é, a vida de Siddhârta representa o termo do caminho em direcção à libertação do samsâra.
Siddhârta nasceu numa pequena localidade no sul do que é actualmente o reino do Nepal. Príncipe, filho de um soberano do clã dos Sâkya, da família Gautama, cresceu sem preocupações, num ambiente de conforto, resultado do isolamento a que é sujeito por ordem de seu pai. Longe das dores do mundo, apesar da experiência da morte de sua mãe, Siddhârta casou-se e terá tido um filho.
Mas o destino reservar-lhe-ia um diferente caminho. Ao sair de um dos seus palácios, Siddhârta tem a experiência que iria mudar a sua existência. Na verdade, nessa ocasião Siddhârta tem quatro encontros: primeiro encontra um velho homem abandonado, depois um doente e mais adiante uma celebração fúnebre, finalmente um asceta que abandonara tudo para procurar a libertação.
O jovem Siddhârta compreende então quão enganado estivera. Com a idade de 29 anos partiu ele também, abandonando o palácio e família. Inicialmente a cavalo, decidiu-se depois pelo desconforto da caminhada. Vestindo roupas grosseiras, pôs-se a caminho da Iluminação.
Durante 6 anos Siddhârta tem uma vida errante, encontrando vários mestres, praticando os seus ensinamentos e ultrapassando-os. Torna-se assim ele próprio um mestre, atraindo a si cinco seguidores fiéis.
Mas esse caminho torna-se rapidamente insuficiente. Siddhârta entrega-se a uma ascese total, abstendo-se de alimentos e, através da prática do Ioga, suspende as suas funções vitais.
Siddhârta compreende que se enganara no caminho e as penosas memórias resultantes da ascese total tornar-se-ão em advertências para os vindouros que queiram seguir o mesmo caminho. Siddhârta considera que a ascese total não leva a lado algum e suspende-a. Os cinco companheiros vêem nisto um sinal de fraqueza e abandonam-no.
Já liberto de uma experiência inconsistente, Siddhârta recupera as forças. Sentado ao pé de uma árvore medita sobre a existência humana. No fim dessa noite, Siddhârta atinge a realização da Iluminação perfeita e completa, adquirindo a recordação de todas as suas anteriores vidas e principalmente a compreensão das causas e condições que determinam a existência de cada um. Consequentemente adquire a compreensão dos meios que permitem pôr fim ao ciclo de sucessivos renascimentos e atingir a libertação perfeita. Siddhârta sabe agora que já não renascerá. O seu karma estava extinto. A vontade de partilhar a sua experiência com os outros, conduzindo-os na mesma via, torna-o num Buda.
Buda reúne-se com os cinco companheiros em Benares e comunica-lhes os conhecimentos que se tornarão na base do ensino do budismo.
Até à idade de 80 anos, Buda transmitirá os seus conhecimentos aos homens, percorrendo toda a Índia.



Gautama Siddhârta nasceu, segundo a tradição Theravâda, no ano de 624 a.C., no mês de Vesâkha, e morreu no ano de 543, com a idade de 80 anos. Outras fontes situam a sua vida nos séculos VI – V a.C. Para os budistas esta divergência de datas tem pouca importância e faz pouco sentido discuti-la exaustivamente.
A existência terrestre de Siddhârta foi, na verdade, a última etapa de uma série de sucessivos renascimentos, isto é, a vida de Siddhârta representa o termo do caminho em direcção à libertação do samsâra.
Siddhârta nasceu numa pequena localidade no sul do que é actualmente o reino do Nepal. Príncipe, filho de um soberano do clã dos Sâkya, da família Gautama, cresceu sem preocupações, num ambiente de conforto, resultado do isolamento a que é sujeito por ordem de seu pai. Longe das dores do mundo, apesar da experiência da morte de sua mãe, Siddhârta casou-se e terá tido um filho.
Mas o destino reservar-lhe-ia um diferente caminho. Ao sair de um dos seus palácios, Siddhârta tem a experiência que iria mudar a sua existência. Na verdade, nessa ocasião Siddhârta tem quatro encontros: primeiro encontra um velho homem abandonado, depois um doente e mais adiante uma celebração fúnebre, finalmente um asceta que abandonara tudo para procurar a libertação.
O jovem Siddhârta compreende então quão enganado estivera. Com a idade de 29 anos partiu ele também, abandonando o palácio e família. Inicialmente a cavalo, decidiu-se depois pelo desconforto da caminhada. Vestindo roupas grosseiras, pôs-se a caminho da Iluminação.
Durante 6 anos Siddhârta tem uma vida errante, encontrando vários mestres, praticando os seus ensinamentos e ultrapassando-os. Torna-se assim ele próprio um mestre, atraindo a si cinco seguidores fiéis.
Mas esse caminho torna-se rapidamente insuficiente. Siddhârta entrega-se a uma ascese total, abstendo-se de alimentos e, através da prática do Ioga, suspende as suas funções vitais.
Siddhârta compreende que se enganara no caminho e as penosas memórias resultantes da ascese total tornar-se-ão em advertências para os vindouros que queiram seguir o mesmo caminho. Siddhârta considera que a ascese total não leva a lado algum e suspende-a. Os cinco companheiros vêem nisto um sinal de fraqueza e abandonam-no.
Já liberto de uma experiência inconsistente, Siddhârta recupera as forças. Sentado ao pé de uma árvore medita sobre a existência humana. No fim dessa noite, Siddhârta atinge a realização da Iluminação perfeita e completa, adquirindo a recordação de todas as suas anteriores vidas e principalmente a compreensão das causas e condições que determinam a existência de cada um. Consequentemente adquire a compreensão dos meios que permitem pôr fim ao ciclo de sucessivos renascimentos e atingir a libertação perfeita. Siddhârta sabe agora que já não renascerá. O seu karma estava extinto. A vontade de partilhar a sua experiência com os outros, conduzindo-os na mesma via, torna-o num Buda.
Buda reúne-se com os cinco companheiros em Benares e comunica-lhes os conhecimentos que se tornarão na base do ensino do budismo.
Até à idade de 80 anos, Buda transmitirá os seus conhecimentos aos homens, percorrendo toda a Índia.

Sem comentários:

Enviar um comentário